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Enfermos e Migrantes

Enfermos e Migrantes

Merece especial atenção a situação dos enfermos que se encontram em casa ou nos asilos, clínicas e hospitais, para que os seus sofrimentos encontrem alívio na proximidade de pessoas que os visitem e escutem, com o carinho que precisam receber. Eles têm uma missão especial na Igreja: unir-se a Cristo para a salvação do mundo, intercedendo pelas famílias, pela Igreja, pelas vocações e pela paz mundial.

Um cuidado pastoral deve-se ter com os profissionais de saúde, que, em condições tantas vezes difíceis, desempenham sua missão com solícito cuidado pelas pessoas doentes e mais frágeis. Igualmente, e de modo especial, as comunidades cristãs estejam atentas aos que sofrem de patologias ou deficiências que limitam fortemente a autonomia pessoal. Papa Francisco afirmou que o cuidado para com eles é um hino à dignidade humana, um canto de esperança, que exige a mobilização de toda a sociedade.

A esperança cristã nos faz olhar também para os migrantes, que deixam a sua terra à procura de vida melhor para si e suas famílias. Sua presença entre nós exige superarmos preconceitos e isolamentos e abrir-nos ao novo que eles trazem. Sua fé, suas tradições, sua espiritualidade, sua forma de compreender a vida e vivê-la podem nos enriquecer muito. Suas razões para migrar se fundam numa única causa: a busca por uma vida digna. Que lhes sejam garantidos a segurança e o acesso ao trabalho e à instrução para sua inserção no novo contexto social. Esteja a Igreja ao seu lado, na busca por direitos e dignidade, pois Jesus nos adverte: “Eu era estrangeiro e me acolheste”, porque “sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes” (Mt 25,35.40).

(27ª parte da sequência de artigos sobre a “Ação Evangelizadora da Igreja” | Fonte: Instrumentum Laboris 2 das DGAE 2025).

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